Câmara Municipal de Guarabira
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Dados do município/localização

Aniversário: 1694
Fundação:
Gentílico: GUARABIRENSE
Unidade Federatíva: PB
Mesoregião: AGRESTE PARAIBANO
Microregião: GUARABIRA
Distância para a capital: 98,00

Dados de características geográficas

Área: 165.744,00
População: 58492
Densidade: 352,90
Altitude: 97
Clima: TROPICAL
Fuso Horário: Horário de Brasília (-3)

Sem informações até o momento

A fundação da cidade de Guarabira vem do ano de 1694, em terras do Engenho Morgado, pertencente a Duarte Gomes da Silveira. As primeiras residências edificadas dariam, mais tarde, origem a VILA DE INDEPENDÊNCIA (primeiro nome da cidade de Guarabira), que em virtude de sua localização e da excelência de seu solo tornou-se dona de grande prestigio e influência nas cercanias.

Em 1º de Novembro de 1755, com um grande terramoto que atingia Portugal, tendo apenas na capital, Lisboa, matado mais de 40.000 pessoas, destruindo vilas e povoados, um senhor, por nome de José Rodrigues Gonçalves da Costa, tomado de pânico, fugiu de Póvoa de Varzim, na província de Porto, sua terra, em direção ao Brasil.

O Sr. José Rodrigues chegava as terras do antigo Engenho Morgado com toda sua família, construindo no local uma capela, como era tradição da época, e colocando a imagem de Nossa Senhora da Luz que trouxera de Portugal, a quem tinha grande devoção, cumprindo sua promessa em chegar a terras que não houvesse terremoto para descansar sem temor.

Embora o padre João Milanez já tivera construído uma capela dedicada a “Nossa Senhora da Conceição”, em 1730, por estas terras, foi feita a substituição da imagem tendo em vista a grande comoção dos presentes pela história do “Beiriz”, como ficou conhecido no povoado. Assim, a partir do ano de 1760 começavam as primeiras orações e novenas à Virgem da Luz, a primeira casa de oração era de taipa, mandada construir por ele onde oficializava o seu filho sacerdote, Pe. Cosme Rodrigues.

Por força de lei provincial, em 29 de Novembro de 1832, foi constituído o “Distrito de Paz”, no antigo povoado derivado do Engenho Morgado. Tendo em vista o grande potencial econômico, a povoação foi crescendo e, em 1837, foi elevado à condição de Vila, com o nome de Independência, através da Lei Provincial n.º 17 de 7 de Abril de 1837, instalando-se efetivamente no dia 11 de novembro do mesmo ano.

Vinte anos depois, no dia 10 de outubro de 1857, foi criado a Comarca de Guarabira. Devido a questões políticas, um ano depois a nova comarca após extinta, e restaurada em 1870. Novamente extinta em 1871 e definitivamente restabelecida, a 25 de Julho desse mesmo ano.

Em 1874, tendo as terras um grande avanço comercial, foi atingida assim como muitas cidades do Nordeste Brasileiro, pela conhecida invasão dos “Quebra-quilos“, havendo grande depredações e revoltas, preocupando fortemente as autoridades provinciais da época, pois vilas inteiras do Nordeste aderiram à rebelião contra o decreto que impunha a implantação de um novo sistema métrico, com seus habitantes saqueando feiras e destruindo pesos e medidas do comércio. Após as forças militares conseguirem pacificar a região, sem necessidade de confrontos mais sérios, algumas vilas foram erigidas para melhor administrar as cidades, e, por força da lei provincial nº 841, de 26 de novembro de 1887, foi elevada a “VILA DE INDEPENDÊNCIA”, à categoria de cidade, sendo denominada de “GUARABIRA”, com seu comércio e sua força, até hoje é considerada uma das maiores do estado.

Em divisões territoriais datadas de 1937, o município aparece além da sede (Guarabira), com os distritos de Alagoinha, Araçagi, Cuité, Mulungú e Pirpirituba. Pelo decreto-lei estadual nº 1164, de 15-11-1938, o distrito de Cuité passou a denominar-se Cuitegi. Pela lei estadual nº 520, de 31-12-1943, é criado o distrito de Contendas e anexado ao município de Guarabira, sob a mesma lei o distrito de Alagoinhas passou a denominar-se Tauatuba e o distrito de Mulungú a denominar-se Camarazal.

Com o advento da lei estadual nº 318, de 07-01-1949, os distritos de Contendas passou a denominar-se Cachoeira, Tauatuba voltou a denominar-se Alagoinha e Camarazal voltou a denominar-se Mulungú.

A lei estadual nº 652, de 05-12-1951, cria o distrito de Pilõezinhos, ex-povoado, e anexado ao município de Guarabira.

Com os desmembramentos dos municípios de Pirpirituba (lei estadual nº 972, de 02-12-1953), Alagoinha (lei estadual nº 979, de 03-12-1953), em divisão territorial datada de 01/07/1955, o município fica constituído dos distritos de Araçagi, Cachoeira, Cuitegi, Mulungú e Pilõezinhos. Até que no ano de 1959 são criados os municípios de Mulungu (lei estadual nº 2074, de 29-04-1959), Araçagi (lei estadual nº 2147, de 22-07-1959), restando os distritos de Cachoeira, Cuitegi e Pilõezinhos. Consequentemente, é criado o município de Cuitegi (lei estadual nº 2.685, de 26-12-1961). Atualmente, existem além da cidade-sede do Município, Guarabira, os distritos de Cachoeira (lei estadual antes da CF 88) e Pirpiri (Lei Orgânica do Município/90).

Por fim, a Região Metropolitana de Guarabira, criada pela lei complementar nº 101, de 12 de julho de 2011, tem uma população total é de 193.656 habitantes.
O Turismo Guarabirense se baseia, principalmente, no turismo religioso. O Memorial Santuário de Frei Damião representa o ponto alto, que propicia à cidade um alto número de fiéis que visitam em todas as épocas, porém, principalmente nas romarias. O santuário conta com um museu sobre o Frade, e, no seu caminho, os visitantes ainda passam pela Via Sacra e pelo Cruzeiro.

O “Cruzeiro de Brennand” propicia ao turista uma vista panorâmica da cidade, além de contemplar uma bela peça de arte, em cerâmica, construída em 1966 em um dos maiores ateliês de arte do mundo, do artista plástico pernambucano, Francisco Brennand.

Destaque também para a imponente e secular Igreja Catedral de Nossa Senhora da Luz, sede do Bispado de Guarabira, do alto de suas escadarias, mostra-se de uma beleza ímpar sendo considerada o marco zero da cidade.

O Centro de Documentação, Museu Sacro Fernando Cunha Lima, Memorial Dom Marcelo, Casarão da Cultura, Memorial do Cordel faz o visitante aprender um pouco mais da história da cidade e apresenta um dos marcos do município no século passado, a confecção de cordel. Daqui, nasce o mais famoso escritor do gênero, José Camelo de Melo e seu romance do “Pavão Misterioso”.

Inspirado nos caminhos de Santiago de Compostela, os Caminhos de Padre Ibiapina, tentam resgatar os lugares em que o padre mestre passou durante suas peregrinações no nordeste entre 1856 e 1863. Todas as rotas partem do memorial Santuário Frei Damião até o Santuário de Padre Ibiapina, na cidade de Solânea/PB, local onde repousa os restos mortais do servo de Deus, Padre Ibiapina.

A cidade vem se destacando nos últimos anos como a “cidade naïf“, tendo pintura de artistas em suas pontes, no portal de entrada da cidade e um museu dedicado ao estilo. Geralmente se realiza o “Festival Internacional de Arte Naïf” que apresenta obras dos artistas nacionais e internacionais.

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BRASÃO DE ARMAS

“Escudo de vermelho, seis costas de prata postas três de cada lado, firmadas nos flancos, mantel de negro, carregado com um facho de prata aceso do mesmo, encimado por uma estrela de seis raios nimbada de seis raios resplendores, tudo de prata; Insígnia – coroa mural de quadro torres, de prata, que é de cidade-sede de munícipio. Lema – “LVMINE GRATIAE TVAE” (Com a Luz da Tua Graça), letras de prata sobre listel vermelho. (Texto da Lei nº 57-1976)

BANDEIRA DO MUNICÍPIO

As cores da bandeira do Município de Guarabira identifica-se com os matizes da bandeira do Estado da Paraíba e a estrela nimbada retrata a devoção a Nossa Senhora da Luz, padroeira da cidade, que “com a luz da sua graça, deu à comunidade os melhores caminhos, como bem anuncia o lema do brasão de armas”. As costas de prata sobre o campo vermelho são atributos da Família Costa e aludem a José Gonçalves da Costa Beiriz, fundador da cidade. No mantel de negro, o facho – símbolo da insurreição, representa a reação patriótica de 1822, quando os munícipes se sublevaram contra o juramento por D. João VI, da Constituição Portuguesa. (Texto da Lei nº 57/1976)

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